Ajude-nos!

Administrar a Igreja Evangélica Santo dos Santos é um trabalho muito intenso e abençoado, porém não deixa de ser complicado e difícil, temos contas e compromissos como em qualquer outro trabalho. E, por isso pedimos que colabore com R$ 10,00 ou mais se puder.

sábado, 4 de agosto de 2018

Meu Nome é: Ives Gandra da Silva Martins

Não Sou:
- Nem Negro, Nem Homossexual, Nem Índio, Nem Assaltante, Nem
Guerrilheiro, Nem Invasor De Terras. Como faço para viver no Brasil nos
dias atuais? Na verdade eu sou branco, honesto, professor, advogado,
contribuinte, eleitor, hétero... E tudo isso para quê?

Meu Nome é: Ives Gandra da Silva Martins*

Hoje, tenho eu a impressão de que no Brasil o "cidadão comum e branco" é
agressivamente discriminado pelas autoridades governamentais
constituídas e pela legislação infraconstitucional, a favor de outros
cidadãos, desde que eles sejam índios, afrodescendentes, sem terra,
homossexuais ou se autodeclarem pertencentes a minorias submetidas a
possíveis preconceitos.

Assim é que, se um branco, um índio e um afrodescendente tiverem a mesma
nota em um vestibular, ou seja, um pouco acima da linha de corte para
ingresso nas Universidades e as vagas forem limitadas, o branco será
excluído, de imediato, a favor de um deles! Em igualdade de condições, o
branco hoje é um cidadão inferior e deve ser discriminado, apesar da Lei
Maior (Carta Magna).

Os índios, que pela Constituição (art. 231) só deveriam ter direito às
terras que eles ocupassem em 05 de outubro de 1988, por lei
infraconstitucional passaram a ter direito a terras que ocuparam no
passado, e ponham passado nisso. Assim, menos de 450 mil índios
brasileiros - não contando os argentinos, bolivianos, paraguaios,
uruguaios que pretendem ser beneficiados também por tabela - passaram a
ser donos de mais de 15% de todo o território nacional, enquanto os
outros 195 milhões de habitantes dispõem apenas de 85% do restante dele.
Nessa exegese equivocada da Lei Suprema, todos os brasileiros não-índios
foram discriminados.

Aos 'quilombolas', que deveriam ser apenas aqueles descendentes dos
participantes de quilombos, e não todos os afrodescendentes, em geral,
que vivem em torno daquelas antigas comunidades, tem sido destinada,
também, parcela de território consideravelmente maior do que a
Constituição Federal permite (art. 68 ADCT), em clara discriminação ao
cidadão que não se enquadra nesse conceito.

Os homossexuais obtiveram do Presidente Lula e da Ministra Dilma Roussef
o direito de ter um Congresso e Seminários financiados por dinheiro
público, para realçar as suas tendências - algo que um cidadão comum
jamais conseguiria do Governo!

Os invasores de terras, que matam, destroem e violentam, diariamente, a
Constituição, vão passar a ter aposentadoria, num reconhecimento
explícito de que este governo considera, mais que legítima, digamos
justa e meritória, a conduta consistente em agredir o direito. Trata-se
de clara discriminação em relação ao cidadão comum, desempregado, que
não tem esse 'privilégio', simplesmente porque esse cumpre a lei...

Desertores, terroristas, assaltantes de bancos e assassinos que, no
passado, participaram da guerrilha, garantem a seus descendentes
polpudas indenizações, pagas pelos contribuintes brasileiros. Está,
hoje, em torno de R$ 4 bilhões de reais o que é retirado dos pagadores
de tributos para 'ressarcir' aqueles que resolveram pegar em armas
contra o governo militar ou se disseram perseguidos.

E são tantas as discriminações, que chegou a hora de se perguntar: de
que vale o inciso IV, do art. 3º, da Lei Suprema?

Como modesto professor, advogado, cidadão comum e além disso branco,
sinto-me discriminado e cada vez com menos espaço nesta sociedade, em
terra de castas e privilégios, deste governo.

(*Ives Gandra da Silva Martins, é um renomado professor emérito das
Universidades Mackenzie e UNIFMU e da Escola de Comando e Estado Maior
do Exército Brasileiro e Presidente do Conselho de Estudos Jurídicos da
Federação do Comércio do Estado de São Paulo).

Para os que desconhecem o Inciso IV, do art. 3°, da Constituição Federal
a que se refere o Dr. Ives Granda, eis sua íntegra:
"Promover o bem de todos, sem preconceito de origem, raça, sexo, cor,
idade e quaisquer outras formas de discriminação."

Recebi o texto acima por mensagem e portanto não tenho certeza da
procedência, mas parece-me que foi publicado no setor de política do
Estadão. Meu interesse, como creio, tenha sido o do Estadão é a
divulgação desse brilhante texto, assim como a melhoria de nossa nação,
portanto, não acho que venham a desgostar ao ver que divulgo este
material da forma de que disponho.

(ap. Ely Silmar Vidal - Teólogo, Psicanalista, Jornalista e presidente
do CIEP - Clube de Imprensa Estado do Paraná)

Contato:
(41) 98514-8333 (Oi)
(41) 99820-9599 (Tim)
(41) 99109-8374 (Vivo)
(41) 99821-2381 (WhatsApp)

Mensagem 020818 - Meu Nome é: Ives Gandra da Silva Martins - (imagens da
internet)

Que o Espírito Santo do Senhor nos oriente a todos para que possamos
iluminar um pouquinho mais o caminho de nossos irmãos, por isso contamos
contigo.

Se esta mensagem te foi útil, e achas que poderá ser útil a mais alguém,
ajude-nos:
(ficaremos muito gratos que, ao replicar o e-mail, seja preservada a fonte)

leia este texto completo e outros em:

[youtube=http://youtu.be/F-9LTrxZxQs]

http://www.portaldaradio.com

#COJAE QRCode